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Back-end

KTHDataBridge

Servidor MCP que dá a agentes de IA acesso auditado e somente-leitura ao banco do ERP Sankhya, com bind de parâmetros, teto de linhas e mascaramento de dado pessoal na origem da consulta.

Publicado em

Capa do projeto KTHDataBridge sobre fundo escuro, com o monograma KD e as tecnologias TypeScript, MCP, Java, Oracle e Docker

Tecnologias

  • TypeScript
  • MCP
  • Java
  • Oracle
  • Docker

Sobre o projeto

Servidor MCP (Model Context Protocol) que abre o banco do ERP Sankhya para agentes de IA sem abrir mão do controle. O padrão é somente-leitura, toda consulta é rastreável e nenhum dado pessoal sai em claro.

O problema

Entender um ERP maduro custa horas de garimpo: descobrir onde um dado é gravado, qual view o expõe e o que quebra ao mexer numa coluna exige percorrer packages, triggers e dependências uma a uma. Um agente de IA sem esse mapa responde por analogia — e erra.

O que ele faz

  • 12 ferramentas expostas pelo protocolo MCP, do dicionário de dados à consulta avaliada.
  • Devolve a fonte real de views, packages e triggers, e o mapa de dependências de cada objeto: o que quebra ao mexer.
  • SELECT com bind de parâmetros e teto de linhas, para que nenhuma pergunta derrube o banco.
  • Mascaramento de dado pessoal na origem da consulta, não na tela.
  • As ferramentas de escrita ficam separadas por design e exigem confirmação explícita.

Decisões de projeto

A trava de somente-leitura é o padrão, não uma opção de configuração: uma ferramenta que grava precisa ser pedida pelo nome e confirmada. Isso torna impossível que um agente cause escrita por engano ao explorar o esquema.

Código fechado. O projeto roda em ambiente corporativo da Kothe SA.

Interações

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